Landing page de campanha: uma oferta, uma leitura
Como estruturamos a página de um anúncio para que a promessa do criativo não se perca no clique.
01A página responde ao criativo, não à empresa
O anúncio faz uma promessa específica. A pessoa clica esperando aquilo. Quando ela cai em uma página que fala de outras cinco coisas antes, o clique já foi pago e a conversa já foi perdida.
A primeira tela precisa repetir a promessa do anúncio — de preferência com as mesmas palavras. Não é redundância: é confirmação de que a pessoa chegou no lugar certo. Só depois disso entra o resto.
Se a primeira tela não responde ao que o anúncio prometeu, o problema não é a taxa de conversão. É a continuidade.
02Uma decisão por página
Landing page de campanha não é home. Ela tem um objetivo, uma ação e um caminho. Todo botão que aponta para outro lugar é uma saída que você mesmo abriu.
- Um título que repete a promessa do criativo.
- Três provas curtas: prazo, garantia, resultado verificável.
- Um CTA, repetido ao longo da página — nunca dois concorrentes.
- Nada de menu completo: a navegação só disputa atenção com a oferta.
03Prova no lugar de adjetivo
"Soluções inovadoras" não convence ninguém que está decidindo. Prazo declarado, print do resultado, nome do cliente e link do site no ar convencem. Trocamos adjetivo por evidência sempre que existe evidência para mostrar.
04O que medimos depois
Taxa de conversão isolada engana. Olhamos o caminho completo: quantos chegaram, quantos rolaram até a oferta, quantos clicaram e quantos viraram conversa real no WhatsApp. É aí que aparece se o problema está no anúncio, na página ou no atendimento.
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