Loja virtual e ERP: o que aprendemos na primeira integração
Catálogo, estoque e pedido em um só fluxo — e os pontos que travam quando os dois sistemas não conversam.
01O catálogo é o contrato
A primeira integração de ERP que implementamos foi para a Soy Latina, com a Olist. Loja virtual e retaguarda conversando desde o primeiro dia: catálogo, estoque, pedido e marketplaces em uma operação só. O aprendizado dessa entrega mudou como escopamos projeto de e-commerce.
Antes de qualquer conexão técnica, os dois sistemas precisam concordar sobre o que é um produto. Variação, unidade, código e nome precisam bater. Divergência de cadastro é o que mais gera retrabalho — e ela aparece semanas depois, no pedido errado.
Integração não é a parte difícil. Concordar sobre o dado antes de integrar é.
02Estoque é onde o erro dói
Vender o que não tem é o pior resultado possível: custa a venda e custa a confiança. Definimos desde o início a frequência de sincronização e quem é a fonte da verdade do estoque. Sem essa definição, os dois sistemas divergem e alguém passa a corrigir na mão.
03Os pontos que travam
Em toda integração, os mesmos lugares pedem atenção:
- Pedido que entra na loja e não desce para a retaguarda, sem ninguém perceber.
- Estoque atualizado em intervalo longo demais para o volume de vendas.
- Frete calculado com dado diferente do que o ERP usa para faturar.
- Cancelamento e devolução, que quase sempre ficam fora do escopo inicial.
04Como entregamos hoje
Começamos pelo cadastro, subimos a integração com volume reduzido e acompanhamos os primeiros pedidos um por um. Só depois abrimos o fluxo completo. É mais lento no início e evita o cenário em que a loja está no ar vendendo errado.
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